Recém-nascido

Tecnologia de ponta para evitar trocas de bebês no hospital no nascimento


A cada dia surgem novas tecnologias que revolucionam a nossa vida e a tornam mais moderna, prática e segura, e isso vale para qualquer campo, chegando até ao momento mais importante de cada ser humano, como o nascimento. Você pode imaginar um sistema pelo qual evita trocas de bebês no hospital no momento em que chegam neste mundo? Métodos que, felizmente, já são realidade em alguns países e que podem salvar um drama nas famílias em que seus bebês são trocados ao nascer.

Essa nova tecnologia tem como objetivo evitar alterações, furtos ou sequestros de recém-nascidos, que podem acontecer em maternidades públicas ou privadas após o nascimento, deixando os pais, principalmente a mãe, devastados e sem segurança ou a certeza de ter seu filho novamente.

Parece uma novela ou história de filme, mas a cada dia há mais casos, de onde se conhece recém-nascidos que foram trocados ou roubados no momento da separação da mãe, que infelizmente não são descobertos ou se for alcançado ao longo dos anos, talvez seja tarde demais.

Essa nova tecnologia, que vem sendo utilizada em países como Brasil e Espanha, atua com bastante segurança na identificação do recém-nascido ao nascer, já que os atuais sistemas de identificação são vulneráveis ​​e podem levar a erros de identificação, que podem ser emprestar para efetuar a troca, roubo ou sequestro do bebê.

Essa tecnologia combina um leitor ou registro biométrico e o que é chamado de RFID, que é um identificador de radiofrequência. O leitor ou registro biométrico tira as impressões digitais do recém-nascido, mas como essas impressões são muito pequenas, por se tratarem de seus dedos, toda a mão é colocada no sensor, ao invés de colocar cada dedo individualmente. Desta forma irá registrar o que se chama 'impressão palmar', sendo totalmente escaneado com precisão e, de acordo com a segurança deste sensor biométrico, é 100%.

A impressão palmar é coletada assim que o bebê nasce, na mesma sala de parto ou centro cirúrgico, junto com a mãe biológica e, a seguir, os dados são vinculados aos da mãe para permitir a identificação sem erros ou confusão.

Em outras palavras, o leitor biométrico registrará as impressões digitais da mãe e do bebê logo após o nascimento, para ser uma identificação inequívoca, exata e permanente do recém-nascido.

Deve-se levar em consideração que muitas vezes o registro das pegadas do recém-nascido fica um pouco difícil pelo fato de sua mão ser muito pequena, pela presença de restos de líquido amniótico, sangue ou mesmo pela possível hipotermia que ele possa sofrer naquele momento.

Por outro lado, quando a identificação por radiofrequência é realizada, ela permite o monitoramento em tempo real da mãe e do bebê e podemos detectar a todo o momento onde cada um está.

Caso a mãe e a criança estejam separadas ou a mais do que os metros legais de distância, soará um alarme acionando o sistema de segurança do hospital ou centro particular, que irá fechar automaticamente as portas do hospital e bloquear os elevadores, evitando roubo, sequestro ou manipulação do recém-nascido dentro da mesma maternidade.

É assim que funciona a nova tecnologia inovadora de registro biométrico e identificação por radiofrequência, na expectativa de que seja estendida a todas as maternidades públicas ou privadas do mundo, para maior e completa tranquilidade dos pais e proteção dos recém-nascidos.

Para finalizar, permito-me deixar uma recomendação que também deve ser cumprida em todas as maternidades e é transferir o recém-nascido com sua mãe imediatamente após o nascimento, após realização da pega precoce e atendimento primário do pediatra (a menos que haja qualquer eventualidade em termos de saúde ou vitalidade, que deve ser mantida em Reten) para que possam iniciar a amamentação já na primeira hora do nascimento e estar a salvo da mãe, para um maior controle de segurança da mesma.

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